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Você já deve ter ouvido alguém falar “Uber do aluguel”, “Uber das academias”, etc. Isso acontece, porque o Uber se tornou um nome referência para a categoria de marketplaces. Agora estão chegando os “Ubers da moradia”.

“Ubers da moradia” estão entre nós
Decoração moderna faz parte da experiência dos  “Ubers da Moradia”, como essa do WeLive, em Manhattan. Fonte. New York Times

A Yuca, começou a operar focando em prédios inteiros por meio de parcerias com incorporadoras e fazendo o retrofit de imóveis comerciais, uma solução bastante falada em 2020.

A Housi, que nasceu dentro da Vitacon, já fez até IPO. Tem a Kasa. Tem a JFL do filho do Jorge Paulo Lemann, também conhecido como o homem mais rico do Brasil. Tem a Luggo da MRV. Tem a Uliving, focada em universitários, assim como a Share Student Living, da Mitre, que fez IPO em 2020. Tem a Amora, que também aposta no retrofit. E vem mais por aí.

Ao apresentar suas ideias a investidores, a maior parte das empresas citam o sucesso da chinesa Ziroom, que já tem mais de um milhão de apartamentos sob gestão. Entretanto, nenhuma empresa cita o WeLive, um dos primeiros “ubers da moradia”, que não está com a vida fácil. Nem sua empresa-mãe, o WeWork.

Segundo o IBGE, a expectativa de vida no Brasil das mulheres é de 80 anos e dos homens é de 73 anos. Será que o futuro é pagar aluguel por cerca de 50 anos da nossa vida?

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