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Você já parou para pensar que, apesar de tanta dedicação ao design de interiores para a criação de lobbies luxuosos, o acesso principal aos edifícios se dá pela garagem, e o quão frio, escuro e contrário à sofisticação este espaço é?

Pois então, os espaços de estacionamento, apesar de custar uma grande porcentagem do valor total da construção do empreendimento, são criados como ambientes serviçais, ou seja, como área que serve exclusivamente para atender a uma demanda: vagas de garagem. E o que acontece quando há vagas livres, ou com o espaço intersticial? Nada.

Com isso dito, parece óbvio que tais espaços merecem nossa atenção: repensar o espaço de garagem como potencial pode oferecer diversos benefícios, tanto para os usuários, quanto para a valorização do edifício, beneficiando a incorporadora e os investidores.

Estacionamento multifuncional com espaços para praticar exercícios.
Garagem como espaço multifuncional. Fonte: Jaja Architects

O espaço da garagem pode ser projetado como potencial do empreendimento. Para isso, um bom ponto de início é pensar o que uma garagem pode ser além de um estacionamento. Abrindo um universo de possibilidades, que vai desde conter espaços de uso comum, de lazer, como sala de jogos e convivência, à bricolagem, espaço mecânico, com ferramentas, além da implementação de vagas mais espaçosas, bicicletário e, até mesmo, escritórios (em inglês). Um espaço, portanto, que se transforma de acordo com a demanda. 

Com o uso do carro em queda, calcula-se que um veículo médio passará 95% de sua vida estacionado, o que abre caminho para o “adeus” às vagas de garagem e possibilita um melhor aproveitamento do estacionamento como espaço de vida. Já é possível observar diversos exemplos pelo mundo (em inglês), comprovando que essa mudança pode acontecer agora. O que você acha?  Envie para a gente!

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