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Chatbot do Apto representa 9% dos leads gerados

Estudo Hype Cycle de 2020, mede a adoção tecnológica.

Em 2016, só se falava em chatbots no mundo da tecnologia. Depois de algumas péssimas experiências excessivamente robotizadas às pessoas, hoje o cenário é diferente. Segundo o Gartner, no estudo Hype Cycle (em inglês), que mede a adoção tecnológica, hoje os chatbots estão no “Vale da Desilusão”.

Apesar do nome, estar nesse estágio não é um indicativo ruim, apenas significa que estamos num cenário mais realista, após aprendizados iniciais (em inglês).

Estudo Hype Cycle de 2020, mede a adoção tecnológica.
Hype Cycle de 2020, que mede a adoção tecnológica. Fonte: Gartne

Sabendo que a solução é boa, apenas mal-executada na maioria das vezes, o Apto optou por desenvolver seu próprio chatbot.

Como premissa de excelência, está fora de questão perguntar o seu nome para um usuário que já gerou um lead em outro empreendimento ou que simplesmente está logado. Parece óbvio, mas é comum por aí. Além disso, o chatbot foi lançado com mais de 40 CRMs diferentes integrados, dependendo de qual cada anunciante usa.


O objetivo é melhorar o funil de conversão, trocando o modelo de formulário por um modelo de conversa, que é mais amigável. Ele foi lançado no mês passado e hoje 9% dos leads já entram através do chatbot.

Início da conversa via chatbot do Apto, para o empreendimento Arbo Alto de Pinheiros, da Even.
Início da conversa via chatbot, para o Arbo Alto de Pinheiros, da Even. Fonte: Apto.

Empresas grandes como o Bradesco estão melhorando soluções promissoras como a BIA. Para quem quer começar rápido, já vi empresas utilizando soluções como Drift, Intercon e a brasileira Leadster.

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Foto do autor Alex Frachetta
Por Alex Frachetta

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