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Segundo o mapa das Construtechs e Proptechs do Brasil, entre 2019 e 2020, a taxa de mortalidade das startups foi de 16,75%, e esse percentual foi gerado antes do impacto do COVID-19. Imagine como será triste a próxima atualização.

Ao longo da vida das startups do Vale do Silício, a mortalidade chega a ser de 80%, segundo o livro Economia do Acesso. Então, nem a abundância de dinheiro garante a sobrevivência.

Aliás, excesso de dinheiro pode até ser um problema. A Bloomberg analisou o espetacular crescimento e queda do WeWork (assista em inglês), um dos primeiros unicórnios do mercado imobiliário e a coisa é feia. Numa comparação direta com a IWG, seu maior concorrente, vemos que todos os dados estavam na mesa, menos para as pessoas que tinham o interesse em "dizer" que o valuation do WeWork era lindo e maravilhoso.

Gráfico de indicadores de negócio: WeWork x IWG. Fonte: PitchBook

Temos que olhar para esses casos sob três pontos de vista:

  • Dos milhares de demitidos no mundo pelo WeWork. São mais de 5.000 pessoas demitidas do WeWork, segundo o LinkedIn.
  • Da ganância de investidores e empresários, que criam esse jogo de batata quente: o último que pegar, queimou!
  • Das muitas empresas que quebraram por não aguentar o dumping, afinal, empresas do mundo real não podem concorrer contra empresas que têm dinheiro em excesso e não precisam dar lucro.

O mercado tende a supervalorizar startups que conseguem investimentos, mesmo que elas não tenham um produto superior.

O dinheiro não traz felicidade, nem mesmo para startups. Não é o dinheiro que vai ajudar a criar um produto incrível ou encontrar um mercado a desbravar. Aliás, muitas vezes é a falta dele que ajuda a solucionar problemas reais - e o mercado imobiliário tem muitos.

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