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Ciência urbana no setor imobiliário

Foto da autora Thainá Neves
Por Thainá Neves em 2 mins de leitura

O impacto causado por construções não está somente no perímetro do terreno. Erguer um edifício pode criar novas oportunidades e também novos desafios para a cidade. Por esse motivo, o estudo urbano é importante para as construtoras e incorporadoras, afinal elas têm o poder de moldar o futuro.

Algumas organizações, como a Cidade Ativa e o WRI Brasil, trabalham ações relacionadas ao urbanismo para a transformação de cidades. Mas o desenvolvimento do setor de ciência urbana por empresas do mercado imobiliário é novidade. Segundo Moniza Camilo, arquiteta da pioneira Porte Engenharia e Urbanismo, o setor fundamenta-se em três pilares:

  • Experiência pessoal da equipe em relação à vida nas cidades;
  • Arquitetura e pesquisas humanas;
  • Tecnologia e inteligência artificial para coleta de indicadores que auxiliem o entendimento das regiões.
Maquete do Eixo Platina da Porte Engenharia. Fonte: Linkedin

No Eixo Platina, uma área de desenvolvimento localizada na região Leste de São Paulo, é possível ver como as pesquisas são aplicadas. Ao longo de 3 km de extensão estão sendo construídos, por fases e de acordo com as demandas, empreendimentos voltados a moradia, negócios, educação, saúde, serviços, cultura e lazer. Na primeira fase foram lançados alguns deles, como o Almagah 227 e o Platina 220. De maneira semelhante, a Tecnisa utilizou-se muito desse modelo para a criação do Jardim das Perdizes, um novo bairro em São Paulo.

Quer saber mais sobre ciência urbana? Ouça esse podcast, que explica tudo sobre o assunto.

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