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Ao longo dos anos alguns acontecimentos deixaram claro a necessidade de se preservar o meio ambiente, com isso o termo “sustentabilidade” ganhou notoriedade em diferentes setores. Baseado em aspectos econômicos, ambientais e sociais, o termo também começou a ser utilizado no mercado imobiliário, mas para garantir um melhor desempenho e assegurar a verdadeira intenção, as certificações surgiram.

Segundo o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), 94% dos brasileiros estão preocupados com o meio ambiente. Isso ficou ainda mais evidente em 2021, em que 77% da população acredita que proteger o meio ambiente é prioridade, mesmo que isso resulte em um crescimento econômico menor. Mas para o mercado imobiliário as certificações podem ser um meio termo entre a economia e o meio ambiente.

Em 2019, o Brasil alcançou a 5ª colocação no ranking mundial de edificações com a certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), com 571 edificações. Outros selos sustentáveis também surgiram, como a certificação AQUA, com o objetivo de fazer o melhor para o setor e para o meio ambiente. Suprindo as necessidades sem prejudicar o futuro, os certificados possuem inúmeras vantagens, como a redução em até 30% do consumo de energia, 50% do uso de água e 35% da emissão de gás carbônico.

Ranking TOP 10 países com maior concentração de certificação LEED em 2019. Fonte: GBCI

Mesmo com inúmeros pontos positivos, as certificações apresentam um custo adicional, que, mesmo “pago” a longo prazo, pode ser uma desvantagem no olhar imediato. De acordo com Rafael Rossi, fundador e diretor-administrativo da incorporadora Huma, é necessário ponderar o valor para o comprador final: “Eu vejo esses selos funcionando muito melhor com edifícios comerciais do que residenciais, [...] se o preço por metro quadrado for caro para região você não compra, o preço é determinante. No prédio comercial o selo pode baratear o condomínio, o que é um fator importante para quem está alugando o prédio.”

É um fato que as certificações vieram para ficar e cada vez mais demonstram sua importância no mercado imobiliário. Provavelmente, com o tempo, os custos poderão passar imperceptíveis e a conscientização fique ainda mais forte, afinal todos os setores precisam ser mais gentis com o meio ambiente, caso contrário o futuro não existirá.

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