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É comum que os edifícios tenham mecanismos para produzir energia elétrica em situações de emergência. Essa funcionalidade aumenta a segurança e o conforto, afinal, ninguém quer ficar preso no elevador em dias de chuva ou caminhar por um estacionamento escuro quando o fornecimento de luz oscila.

Algumas edificações, por sua vez, já possuem energia positiva, ou seja, sua produção é bem maior do que a necessária para consumo próprio. O RB12, da Triptyque, localizado no Rio de Janeiro, recebeu painéis fotovoltaicos que possibilitam isso.

Edifícios com energia positiva
Fachada do edifício RB12. Fonte: Triptyque

O grande destaque brasileiro fica por conta do edifício Pátio Victor Malzoni, famoso por ser a sede do Google no Brasil, que conta com uma termelétrica própria. O sistema é composto de dois geradores a gás e três a diesel, que são capazes de gerar mais que o dobro do necessário para o abastecimento da edificação.

Na Noruega, o Powerhouse Brattørkaia vai ainda mais longe. O saldo positivo da energia que produz, por meio de painéis fotovoltaicos, pode ser compartilhado em uma micro-rede de fornecimento, tanto para outras edificações como para o sistema de transporte local. Isso é mais que autossuficiência: é o início de uma era na qual os edifícios cooperam ativamente com as cidades.

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