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A pandemia está tendo um grande impacto na economia brasileira, mas o que mais se fala nessa semana é o bate e rebate entre Itaú e XP. 

Colocando a novela de lado, na economia real, semana passada o governo realizou o oitavo corte seguido na taxa Selic colocando-a em 2,25%, decisão que impacta muito o mercado imobiliário por dois principais fatores:

  1. Existe uma relação quase direta entre a taxa Selic e a taxa de juros do financiamento imobiliário. O corte anterior, que levou a Selic para 3%, não teve um reflexo tão grande devido ao medo de um aumento na inadimplência que a retração econômica poderia gerar, porém esse fenômeno aconteceu em um grau muito menor do que era esperado pelos bancos, então, o novo corte tende a influenciar mais do que o anterior nas taxas de financiamento.
  2. O novo corte da Selic torna os imóveis muito mais atrativos como ativos para investimento, uma vez que os investimentos de renda fixa perderam muita rentabilidade.

Na contramão desse otimismo, o Raphael, do canal Ideias Radicais, deu um alerta dizendo que a taxa de juros está errada, muito mais baixa que deveria e prova disso é a forte alta do dólar.

Independente de qualquer projeção futura, as pessoas querem resolver seus investimentos hoje. Por isso, cada vez mais investidores movem o seu capital para o mercado imobiliário, que sempre representou segurança.

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