Logo do Blueprint
Fechar

O avanço de tecnologias que dispensam o toque no mundo pós-covid-19

Tocar superfícies, encostar em maçanetas ou até mesmo apertar botões para realizar tarefas simples do dia a dia parecem ações insustentáveis no mundo pós-pandemia.

O avanço de tecnologias que dispensam o toque no mundo pós-covid-19

Tocar superfícies, encostar em maçanetas ou até mesmo apertar botões para  realizar tarefas simples do dia a dia parecem ações insustentáveis no mundo pós-pandemia. Afinal, não parece boa ideia ter contato com possíveis fontes de contágio. Mas como lidar com essa transformação em um mundo que é praticamente 100% comandado pela tecnologia touchscreen?

Ao final dos anos 1970, nos Estados Unidos, o pesquisador Donald Bitzer criou o dispositivo chamado Plato IV. Nos anos 1980, surgiram os primeiros produtos touchscreen comerciáveis, até que as telas se tornaram portáteis em 1990. A seguir, iPhones e outros dispositivos estudados pela empresa Fingerworks (posteriormente adquirida pela Apple) foram criados. Até que, em 2007, o iPhone foi lançado e logo se tornou uma novidade. Desde então, várias possibilidades, além dos celulares, surgiram. Desde televisões com telas interativas, painéis de carro e até lixeiras automáticas autosselantes, a tecnologia do toque avançou expressivamente. 

Porém, por causa dos riscos de contágio do novo coronavírus, muitas empresas já iniciaram um processo de modernização que dispensa o toque. A NEC Corporation, por exemplo, instalou em sua sede em São Paulo um sistema de identificação facial que dispensa crachás, por meio da biometria. A tecnologia por comando de voz também tem sido uma aliada, em que produtos com funcionalidades de voz, como Siri, Alexa e Google Voice Access, têm ganhado destaque. Enquanto isso, empresas de serviços financeiros, como a Cielo e a Getnet, oferecem recursos digitais por meio de contato por aproximação (Near Field Communication) e a venda por QR Code.

No mercado imobiliário, essas mudanças indicam novas possibilidades nas portarias de prédios e escritórios: biometria facial para identificação de moradores e funcionários, além de comandos de voz nas garagens, dispensando botões e sistemas touchscreen, por exemplo. Dessa forma, a tecnologia ameniza os impasses causados pela pandemia e cria novas soluções para um momento de adaptação contínua. A mudança está apenas começando.

Foto da autora Giovana Costa

Faça parte do Blueprint

Assine Grátis e receba a news semanal com os melhores conteúdos do mercado imobiliário.

Quer relatar sobre algum erro? Avise a gente
Compartilhe: