Logo do Blueprint
Logo do Blueprint

A construção de centros de pesquisa na Antártica só pode ser realizada nas 12 semanas de verão do local. Geralmente, essas construções resultavam em estruturas improvisadas que não duravam muito, focadas apenas em manter os residentes vivos. Técnicas avançadas de arquitetura, porém, surgiram e estão mudando essa realidade.

A estação de pesquisa britânica Halley foi construída em 1956, e foi coberta de neve cinco anos depois. Hoje, com o projeto de Hugh Broughton Architects, a arquitetura da Halley VI dribla esse problema, pois a estrutura conta com palafitas hidráulicas, que elevam o centro acima da neve, e esquis em sua base, que possibilitam o deslocamento sobre o gelo.

A Halley VI fornece aos cientistas espaços de integração, além de acomodações mais confortáveis e espaçosas.

A estação brasileira, chamada Estação Antártica Comandante Ferraz, destaca-se por levar estética ao continente gelado e por isso saiu no New York Times, que a comparou a um museu de artes. Além de beleza, 30% de toda a energia utilizada é produzida no local por usinas eólicas que transformam os ventos de até 200 km/h da região, num exemplo de eficiência energética.

Projetado pelo Estúdio 41, o centro de pesquisas brasileiro iniciou suas operações em janeiro de 2020.

“Como arquitetos, nós estamos preocupados com o conforto humano, então nós buscamos criar um tipo de atmosfera que promova o bem-estar”, afirma Emerson Vidigal, arquiteto do Estúdio 41.

Compartilhe:

Mais conteúdos imobiliários:

Primeira convenção imobiliária 100% on-line

Primeira convenção imobiliária 100% on-line

Seven Park extrai o melhor de Miami

Seven Park extrai o melhor de Miami

Empresas na luta contra o COVID-19

Empresas na luta contra o COVID-19

Mail Icon

Quer receber conteúdos como esse no seu e-mail gratuitamente?

O Blueprint respeita sua privacidade. Usamos cookies para melhorar sua experiência e ao continuar navegando você concorda com a nossa Política de Privacidade.